Batráquio
Espécie dos Batráquios, animais vertebrados de pele nua e sangue frio, que sofrem metamorfose, e cujo tipo é a rã.
Também denominados “anfíbios”; têm os sexos separados, e fecundação externa, com exceção dos da ordem dos Urodelos, que se fecundam pela cloaca. As fêmeas depositam ovos que se desenvolvem no meio aquático, em forma larvar ou girino.
Seu corpo quando adulto é dividido em cabeça, tronco e membros; há uma ordem. de batráquios que não possui órgãos locomotores, a ordem dos Ápoda, que não possui o corpo úmido e liso como as demais, mas cheio de escamas córneas. Em sua fase larvária, a respiração é feita através, de brânquias, na fase adulta respira pelos pulmões; sua temperatura varia com o meio ambiente.
Os batráquios dividem-se em “anuros”, ou batráquios sem cauda no estado adulto, e “urodelos”, ou batráquios com cauda. Os anuros subdividem-se em “faneroglossos” ou batráquios com língua, como as rãs, relas e sapos, e “aglossos”, sem língua, como o sapo-pipa da América.
Os urodelos dividem-se em “caducibrânquios”, perdem as guelras no estado perfeito, como as salamandras e tritões, e “perenibrânquios”, que conservam as guelras depois das metamorfoses, como os proteus, axolotes e sereias da América.
Conhecem-se em todo o mundo umas mil espécies, de batráquios, ou ,anfíbios, sendo aproximadamente 780 de anuros, e 150 de urodelos.
A resistência vital dos batráquios é enorme: quase todos vivem, muito tempo após a perda de órgãos importantes; o coração extraído a uma rã e conservado em lugar úmido, bate durante horas.
Os batráquios em geral, e os sapos em especial, segregam, quando os irritam, um líquido viscoso, esbranquiçado, mal-cheiroso, de efeitos tóxicos, quer absorvido pelas vias digestivas, quer introduzido no sangue.
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